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Empresas parceiras da Aegea SC acabam de assinar uma carta de compromisso voltada à segurança nas obras de saneamento, reforçando a prioridade absoluta à vida e às boas práticas no ambiente de trabalho. A assinatura ocorreu durante a Reunião Estratégica de Performance e Conformidade, realizada no auditório da sede da Aegea, em Camboriú, reunindo fornecedores e lideranças da companhia em uma programação dedicada à troca de conhecimentos, alinhamento de diretrizes e fortalecimento da cultura de conformidade.
O evento contou com a palestra do professor de Direito Mateus Bender, da Unisul e do Instituto Federal Catarinense. Em sua apresentação, ele abordou temas essenciais, como a informalidade nas relações de trabalho, trazendo conceitos legais e técnicos, além de alertar sobre os riscos da ausência de vínculo empregatício. Em Santa Catarina, a Aegea opera os serviços de saneamento por meio das concessionárias Águas de Bombinhas, Águas de Camboriú, Águas de Penha, Águas de Palhoça e Águas de São Francisco do Sul — todas com atuação em água e esgoto —, além de ter recentemente vencido a licitação para a concessão dos serviços de esgotamento sanitário em Brusque.
O gerente de Engenharia da Aegea SC, Adriano Palhares, reforçou que a segurança é um valor inegociável nas atividades da empresa. Ele destacou a importância do acompanhamento contínuo das empresas terceirizadas e da avaliação constante das práticas adotadas nos canteiros de obras, além da troca de experiências como ferramenta para aprimorar a segurança tanto dos trabalhadores quanto da população.
Durante o encontro, Gabriel Fasola, gerente executivo, apresentou a dimensão dos projetos em andamento em Santa Catarina, com centenas de quilômetros de redes de esgoto e diversas estações de tratamento previstas para os próximos anos.
O ponto alto do evento foi a formalização da Carta de Compromisso de Escavação Segura, assinada por todos os participantes. O documento estabelece diretrizes claras para prevenir acidentes e reforça que nenhuma atividade deve ser realizada sem as condições adequadas de segurança.
A carta também destaca a responsabilidade coletiva de proteger a própria vida, a equipe e a comunidade ao redor, além de incentivar a adoção de soluções que eliminem riscos, como o uso de tecnologias que permitam a execução de atividades fora das valas.
