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A Águas de São Francisco do Sul segue investindo em obras de saneamento para  ampliar o atendimento com o serviço de esgotamento sanitário residencial na região das praias. Isso coloca o município em uma posição de destaque em comparação a outras cidades catarinenses. Hoje, no país, mais de 100 milhões de pessoas não contam com serviços de coleta e tratamento de esgoto. A meta nacional, com o novo Marco Regulatório do Saneamento, é garantir o atendimento a 90% da população com tratamento e coleta de esgoto até 31 de dezembro de 2033.

A estimativa da concessionária é implantar mais 41 quilômetros de rede na Praia da Enseada. A obra viabilizará melhoria na saúde pública e nas condições ambientais da região. Os trabalhos já iniciaram com a linha de recalque, que vai permitir a conexão do bairro à rede e beneficiará cerca de 4 mil famílias. Até o momento, a Águas de São Francisco do Sul já construiu 31,5 quilômetros da rede de esgoto na comunidade do Majorca e as obras  da rede  não param. Nos últimos dias, a Águas de São Francisco do Sul recebeu a tubulação para as novas. O volume chama a atenção e da uma dimensão do ritmo em que os trabalhos estão sendo realizados.

Além da desvalorização dos imóveis, a falta de tratamento de água, coleta e tratamento de esgoto comprometem e até mesmo inviabilizam o turismo nas cidades brasileiras. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continuada), os índices de saneamento estão diretamente relacionados às altas no percentual de empregabilidade e turismo nas regiões brasileiras.

De acordo com o engenheiro civil Pedro Escobar Senra, supervisor da obra da Águas de São Francisco do Sul, a previsão é de que obras de implantação das redes coletoras e as ligações da Enseada comecem ainda na primeira quinzena de maio. O projeto prevê também a construção de uma estação elevatória para bombear os efluentes até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE Ubatuba), construída pela concessionária e entregue em junho de 2020.

A presidente da concessionária, Reginalva Mureb, lembra que por prestar um serviço essencial, mesmo com a pandemia do novo coronavírus, a empresa segue realizando obras nos bairros para garantir o acesso ao saneamento básico da população. Rodrigo Lacerda, diretor executivo da concessionária, destaca que são vários os benefícios desta obra, incluindo a melhora da saúde pública e a preservação da qualidade dos mananciais hídricos de São Francisco do Sul.

Em termos de país, a expectativa é que a universalização dos serviços de água e esgoto reduza em até R$ 1,45 bilhão os custos anuais com saúde, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Além disso, a cada R$ 1 investido em saneamento, deverá ser gerada economia de R$ 4 com a prevenção de doenças causadas pela falta do serviço, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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